24, 25 e 26 de outubro de 2025, na cidade de Panambi - RS será realizado o 13⁰ Encontro da Família Glufke!
sábado, 25 de janeiro de 2025
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
21 de outubro de 2023 - 12° Encontro da Família Glufke em Porto Alegre/RS
Este 12º Encontro da Família Glufke estava inicialmente previsto para o ano de 2021, mas devido a pandemia foi sendo postergado e aconteceu neste 21 de outubro de 2023 em Porto Alegre, mais especificamente no salão de festas do condominio da Ibi e do Luiz, local amplo e agradável e fez com que os 134 participantes, entre adultos e crianças, pudessem ter um dia de muito convívio familiar, com boa comida no almoço e ótimo café da tarde.
A Comissão Organizadora, tendo como líder a Raquel trabalhou com afinco, a comissão foi composta por Angela, Claus, Claudio, Ibi, Luiz, Patrícia, Raquel, Rui e Valdir.
Ao final do encontro também foi definido o local do próximo, o 13º Encontro da Família Glufke será na cidade de Panambi/RS, durante a primavera de 2025.
sábado, 21 de março de 2020
Envolvimento GLUFKE's na PANDEMIA e QUARENTENA em 1892 e 2020
Em 13 de agosto de 1892 registram-se primeiros casos de cólera asiática, anunciando início de grande epidemia na Alemanha. Saldo final foi de 8.600 vítimas fatais e melhoria de condições higiênicas de Hamburgo.
Hamburgo era uma porta da Alemanha para o mundo. Navios dos mais diferentes países atracavam e zarpavam da metrópole portuária. Na esperança de conseguirem emprego, muitos emigrantes do Leste Europeu desembarcavam na cidade em 1892 e fixavam residência nos bairros pobres. Nas ruas vizinhas ao porto, formavam-se cortiços com precárias condições de higiene – um terreno fértil para todo tipo de doenças. Sob o calor sufocante do verão, no dia 13 de agosto de 1892 morrem três pessoas, com evidentes sintomas de cólera.
Segundo o professor de História da Medicina da Universidade de Berlim, Peter Schnek, a epidemia de cólera foi causada pela contaminação do Rio Elba com as fezes de imigrantes que haviam montado barraca às suas margens. A empresa responsável pelo abastecimento da cidade teria bombeado água do rio, não-filtrada, na rede de água potável. (Fonte: https://www.dw.com/pt-br/1892-eclode-epidemia-de-c%C3%B3lera-em-hamburgo/a-895988).
Ernst Carl Glufke, chamado de CARL, nasceu a 13 de março de 1878, em Brokau, arredores de Breslau, na Silésia, Alemanha. Era filho de Gottfried Glufke, nascido em Qualwitz, Kreis Ohlau, e de Rosina Tinzmann Glufke, nascida em Beckern, Kreis Ohlau, na Alemanha. Também estas localidades situam-se nas proximidades de Breslau.
Pouco se sabe sobre a infância e a juventude de Carl e Elise.
Aos 2 anos de idade, Carl perdeu a mãe; o pai faleceu quando Carl tinha 8 anos.
Carl foi criado por um tio. Quando menino, pensava que a vida na casa do tio era difícil e que este o maltratava, opinião que mudou ao chegar a idade adulta. Aos 14 anos, fugiu de casa e foi para Hamburgo. Lá queria embarcar em algum navio com destino à América. Como não tinha dinheiro para a passagem, pretendia trabalhar no navio durante a travessia.
Enquanto aguardava, irrompeu em Hamburgo uma epidemia de cólera. A cidade ficou em quarentena, não se permitindo a ninguém entrar ou sair dela. A epidemia foi muito intensa e havia poucos recursos para enfrentá-la. Em conseqüência, muitas pessoas morreram às vezes em plena rua. Para sobreviver, Carl juntou-se aos que recolhiam mortos nas casas e nas ruas. Quando nesse trabalho, teve a sorte de ser visto por um carpinteiro que, por achar a atividade inadequada para um rapazinho, o acolheu em sua casa. Carl ficou morando com a família desse senhor, tornou-se aprendiz de carpinteiro e desistiu da América.
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
21 de setembro de 2019 - 11° Encontro da Família Glufke em GLUFKEDORF - Areia Branca dos Assis - Mandirituba/PR
E as camisetas começaram as serem distribuídas, para o 73 descendentes Glufkes que aqui estiveram.
Explicação da estampa:
- ARMADURA vem do Brasão da Família Glufke.
- FLOR DE CAMOMILA representa o município de Mandirituba (onde Glufkedorf fica), que é o maior produtor da flor do país.
- ABELHA representa uma espécie de abelha sem ferrão chamada MANDURI que junto com TUBA (do tupi tyba), dá origem ao nome do município de Mandirituba, cujo significado é "muitas abelhas".
A Comissão do 11° Encontro: Carlos, Elfrena, Matheus, Karin, Alaxandre, Susane, Helena, Bárbara, Douglas, Ruben, Renate, Valdirene, Cenira, Gunar e mais a Mariane e Igor que ajudaram on line (tempos modernos!).
Lista dos presentes no 11º Encontro