sábado, 25 de janeiro de 2025

quarta-feira, 25 de outubro de 2023

21 de outubro de 2023 - 12° Encontro da Família Glufke em Porto Alegre/RS

Este 12º Encontro da Família Glufke estava inicialmente previsto para o ano de 2021, mas devido a pandemia foi sendo postergado e aconteceu neste 21 de outubro de 2023 em Porto Alegre, mais especificamente no salão de festas do condominio da Ibi e do Luiz, local amplo e agradável e fez com que os 134 participantes, entre adultos e crianças, pudessem ter um dia de muito convívio familiar, com boa comida no almoço e ótimo café da tarde.

A Comissão Organizadora, tendo como líder a Raquel trabalhou com afinco, a comissão foi composta  por Angela, Claus, Claudio, Ibi, Luiz, Patrícia, Raquel, Rui e Valdir.

Ao final do encontro também foi definido o local do próximo, o 13º Encontro da Família Glufke será na cidade de Panambi/RS, durante a primavera de 2025.

Foto/vídeo do grupo todo feito pelo Gustavo.


A turma de Curitiba e Mandirituba cantaram 3 músicas:
Heimweh (Schön war die Zeit), Heimatland (Nun Ade) e Querência Amada.



Foto com todos os participantes

Descendentes de Erna

Descendentes de Waldemar

Descendentes de Frieda

Descendentes de Alfred

Descendentes de Herta

Descendentes de Germano

Descendentes de Hedy

Descendentes de Willy

Descendentes de Hellmuth

Foto da comissão


Lista dos presentes no 12º Encontro





sábado, 21 de março de 2020

Envolvimento GLUFKE's na PANDEMIA e QUARENTENA em 1892 e 2020

1892: Eclode epidemia de cólera em Hamburgo

Em 13 de agosto de 1892 registram-se primeiros casos de cólera asiática, anunciando início de grande epidemia na Alemanha. Saldo final foi de 8.600 vítimas fatais e melhoria de condições higiênicas de Hamburgo.

Hamburgo era uma porta da Alemanha para o mundo. Navios dos mais diferentes países atracavam e zarpavam da metrópole portuária. Na esperança de conseguirem emprego, muitos emigrantes do Leste Europeu desembarcavam na cidade em 1892 e fixavam residência nos bairros pobres. Nas ruas vizinhas ao porto, formavam-se cortiços com precárias condições de higiene – um terreno fértil para todo tipo de doenças. Sob o calor sufocante do verão, no dia 13 de agosto de 1892 morrem três pessoas, com evidentes sintomas de cólera.
Foto disponível na internet dos corpos sendo recolhidos em Hamburgo em 1892

Segundo o professor de História da Medicina da Universidade de Berlim, Peter Schnek, a epidemia de cólera foi causada pela contaminação do Rio Elba com as fezes de imigrantes que haviam montado barraca às suas margens. A empresa responsável pelo abastecimento da cidade teria bombeado água do rio, não-filtrada, na rede de água potável. (Fonte: https://www.dw.com/pt-br/1892-eclode-epidemia-de-c%C3%B3lera-em-hamburgo/a-895988).


Abaixo uma parte de texto retirado do livro “OS GLUFKE NO BRASIL – pequena crônica familiar” de Izabella Kertész, publicado em 1998:

Ernst Carl Glufke, chamado de CARL, nasceu a 13 de março de 1878, em Brokau, arredores de Breslau, na Silésia, Alemanha. Era filho de Gottfried Glufke, nascido em Qualwitz, Kreis Ohlau, e de Rosina Tinzmann Glufke, nascida em Beckern, Kreis Ohlau, na Alemanha. Também estas localidades situam-se nas proximidades de Breslau.
.....
Pouco se sabe sobre a infância e a juventude de Carl e Elise.
Aos 2 anos de idade, Carl perdeu a mãe; o pai faleceu quando Carl tinha 8 anos.
Carl foi criado por um tio. Quando menino, pensava que a vida na casa do tio era difícil e que este o maltratava, opinião que mudou ao chegar a idade adulta. Aos 14 anos, fugiu de casa e foi para Hamburgo. Lá queria embarcar em algum navio com destino à América. Como não tinha dinheiro para a passagem, pretendia trabalhar no navio durante a travessia.
Enquanto aguardava, irrompeu em Hamburgo uma epidemia de cólera. A cidade ficou em quarentena, não se permitindo a ninguém entrar ou sair dela. A epidemia foi muito intensa e havia poucos recursos para enfrentá-la. Em conseqüência, muitas pessoas morreram às vezes em plena rua. Para sobreviver, Carl juntou-se aos que recolhiam mortos nas casas e nas ruas. Quando nesse trabalho, teve a sorte de ser visto por um carpinteiro que, por achar a atividade inadequada para um rapazinho, o acolheu em sua casa. Carl ficou morando com a família desse senhor, tornou-se aprendi
z de carpinteiro e desistiu da América.

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128 anos depois, nós descendentes de Carl Glufke e o resto do mundo estamos vivenciando esta pandemia do COVID-19 (Coronavirus).

(Obs.: Meus agradecimentos a Liane e Irene Glufke pela sugestão deste post).

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

21 de setembro de 2019 - 11° Encontro da Família Glufke em GLUFKEDORF - Areia Branca dos Assis - Mandirituba/PR

Alguns meses antes, tivemos este vídeo promocinal distribuido a todos os familiares e que fez sucesso!


E no sábado, 21 de setembro de 2019, um agendado e esperado dia para que os descendentes de Alfred Glufke pudessem organizar este encontro, 73 familiares estiveram reunidos neste encontro que começou pra valer alguns dias antes, com a montagem das estruturas de taquaras e na colocação das lonas no dia 16, mas depois que as lonas estavam amarradas, começou a chover e só foi parar no domingo dia 22. Mas a chuva não atrapalhou a festa, muito pelo contrário, fez com que as pessoas ficassem reunidas, conversando e participando das brincadeiras.

Chefes pra ficar olhando sempre tem...

E mandaram o mais novo subir no telhado...mas também, se quebrasse alguma telha, a casa era dele...


Mas sábado bem cedo, dia 21 de setembro de 2019, as flores estavam florindo para alegria de todos!
E as camisetas começaram as serem distribuídas, para o 73 descendentes Glufkes que aqui estiveram.
Explicação da estampa:
- ARMADURA vem do Brasão da Família Glufke.
- FLOR DE CAMOMILA representa o município de Mandirituba (onde Glufkedorf fica), que é o maior produtor da flor do país.
- ABELHA representa uma espécie de abelha sem ferrão chamada MANDURI que junto com TUBA (do tupi tyba), dá origem ao nome do município de Mandirituba, cujo significado é "muitas abelhas".


Na entrada do "condomínio" foi colocado esta placa, que ficará neste lugar em definitivo!


Na chegada, após registro no Livro de Presença, cada participante recebia seu crachá, afinal nem sempre a gente lembra o nome do parente que se encontram de 2 em 2 anos...

Tudo pronto





A Comissão do 11° Encontro: Carlos, Elfrena, Matheus, Karin, Alaxandre, Susane, Helena, Bárbara, Douglas, Ruben, Renate, Valdirene, Cenira, Gunar e mais a Mariane e Igor que ajudaram on line (tempos modernos!).


 Após o almoço, apesar do piso molhado, o pessoal se pôs a fazer a trilha Glufkedorf!

 A Capunga dos Glufkes construída especialmente  para este evento fez muito sucesso, pois até fila teve...







 Os músicos Fábio e Gildinho animando a festa! 


 Jorge Kértész recebeu um brinde por ter sido o primeiro a se inscrever.







Apesar dos assadores Cristiano, Nicola e Ricardo ficarem conversando e tomando cerveja... as 6 pontas de costelas ficaram  ótimas!
Comentário de um dos Glufkes foi este: "Foi a costela mais macia que eu já comi na minha vida. De verdade."


O Douglas preparando a máquina para o momento importante do encontro: registrar em foto a presença de muitos Glufkes!

Foto oficial do 11° Encontro Família Glufke!

Lista dos presentes no 11º Encontro




Mais fotos e textos sempre poderão ser anexadas aqui, é só enviar que as alterações serão efetuadas.
Também foi definido o local e ano do próximo encontro. Será em Porto Alegre em 2021!