Queridos familiares!
Esperamos que todos estejam bem.
Considerando a pandemia e as incertezas com relação a imunização de toda a população neste ano, decidimos não realizar o Encontro em 2021.
Vamos nos reunir em 2022, em data a ser definida posteriormente, quando pudermos nos abraçar novamente.
Cuidem-se! Um abraço virtual para todos.
Comissão Organizadora do Encontro da Família Glufke 2022.
(publicado originalmente no Facebook em 15.03.2021)
quinta-feira, 18 de março de 2021
sábado, 21 de março de 2020
Envolvimento GLUFKE's na PANDEMIA e QUARENTENA em 1892 e 2020
1892: Eclode epidemia de cólera em Hamburgo
Em 13 de agosto de 1892 registram-se primeiros casos de cólera asiática, anunciando início de grande epidemia na Alemanha. Saldo final foi de 8.600 vítimas fatais e melhoria de condições higiênicas de Hamburgo.
Hamburgo era uma porta da Alemanha para o mundo. Navios dos mais diferentes países atracavam e zarpavam da metrópole portuária. Na esperança de conseguirem emprego, muitos emigrantes do Leste Europeu desembarcavam na cidade em 1892 e fixavam residência nos bairros pobres. Nas ruas vizinhas ao porto, formavam-se cortiços com precárias condições de higiene – um terreno fértil para todo tipo de doenças. Sob o calor sufocante do verão, no dia 13 de agosto de 1892 morrem três pessoas, com evidentes sintomas de cólera.
Em 13 de agosto de 1892 registram-se primeiros casos de cólera asiática, anunciando início de grande epidemia na Alemanha. Saldo final foi de 8.600 vítimas fatais e melhoria de condições higiênicas de Hamburgo.
Hamburgo era uma porta da Alemanha para o mundo. Navios dos mais diferentes países atracavam e zarpavam da metrópole portuária. Na esperança de conseguirem emprego, muitos emigrantes do Leste Europeu desembarcavam na cidade em 1892 e fixavam residência nos bairros pobres. Nas ruas vizinhas ao porto, formavam-se cortiços com precárias condições de higiene – um terreno fértil para todo tipo de doenças. Sob o calor sufocante do verão, no dia 13 de agosto de 1892 morrem três pessoas, com evidentes sintomas de cólera.
Foto disponível na internet dos corpos sendo recolhidos em Hamburgo em 1892
Segundo o professor de História da Medicina da Universidade de Berlim, Peter Schnek, a epidemia de cólera foi causada pela contaminação do Rio Elba com as fezes de imigrantes que haviam montado barraca às suas margens. A empresa responsável pelo abastecimento da cidade teria bombeado água do rio, não-filtrada, na rede de água potável. (Fonte: https://www.dw.com/pt-br/1892-eclode-epidemia-de-c%C3%B3lera-em-hamburgo/a-895988).
Abaixo uma parte de texto retirado do livro “OS GLUFKE NO BRASIL – pequena crônica familiar” de Izabella Kertész, publicado em 1998:
Ernst Carl Glufke, chamado de CARL, nasceu a 13 de março de 1878, em Brokau, arredores de Breslau, na Silésia, Alemanha. Era filho de Gottfried Glufke, nascido em Qualwitz, Kreis Ohlau, e de Rosina Tinzmann Glufke, nascida em Beckern, Kreis Ohlau, na Alemanha. Também estas localidades situam-se nas proximidades de Breslau.
Ernst Carl Glufke, chamado de CARL, nasceu a 13 de março de 1878, em Brokau, arredores de Breslau, na Silésia, Alemanha. Era filho de Gottfried Glufke, nascido em Qualwitz, Kreis Ohlau, e de Rosina Tinzmann Glufke, nascida em Beckern, Kreis Ohlau, na Alemanha. Também estas localidades situam-se nas proximidades de Breslau.
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Pouco se sabe sobre a infância e a juventude de Carl e Elise.
Aos 2 anos de idade, Carl perdeu a mãe; o pai faleceu quando Carl tinha 8 anos.
Carl foi criado por um tio. Quando menino, pensava que a vida na casa do tio era difícil e que este o maltratava, opinião que mudou ao chegar a idade adulta. Aos 14 anos, fugiu de casa e foi para Hamburgo. Lá queria embarcar em algum navio com destino à América. Como não tinha dinheiro para a passagem, pretendia trabalhar no navio durante a travessia.
Enquanto aguardava, irrompeu em Hamburgo uma epidemia de cólera. A cidade ficou em quarentena, não se permitindo a ninguém entrar ou sair dela. A epidemia foi muito intensa e havia poucos recursos para enfrentá-la. Em conseqüência, muitas pessoas morreram às vezes em plena rua. Para sobreviver, Carl juntou-se aos que recolhiam mortos nas casas e nas ruas. Quando nesse trabalho, teve a sorte de ser visto por um carpinteiro que, por achar a atividade inadequada para um rapazinho, o acolheu em sua casa. Carl ficou morando com a família desse senhor, tornou-se aprendiz de carpinteiro e desistiu da América.
Pouco se sabe sobre a infância e a juventude de Carl e Elise.
Aos 2 anos de idade, Carl perdeu a mãe; o pai faleceu quando Carl tinha 8 anos.
Carl foi criado por um tio. Quando menino, pensava que a vida na casa do tio era difícil e que este o maltratava, opinião que mudou ao chegar a idade adulta. Aos 14 anos, fugiu de casa e foi para Hamburgo. Lá queria embarcar em algum navio com destino à América. Como não tinha dinheiro para a passagem, pretendia trabalhar no navio durante a travessia.
Enquanto aguardava, irrompeu em Hamburgo uma epidemia de cólera. A cidade ficou em quarentena, não se permitindo a ninguém entrar ou sair dela. A epidemia foi muito intensa e havia poucos recursos para enfrentá-la. Em conseqüência, muitas pessoas morreram às vezes em plena rua. Para sobreviver, Carl juntou-se aos que recolhiam mortos nas casas e nas ruas. Quando nesse trabalho, teve a sorte de ser visto por um carpinteiro que, por achar a atividade inadequada para um rapazinho, o acolheu em sua casa. Carl ficou morando com a família desse senhor, tornou-se aprendiz de carpinteiro e desistiu da América.
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128 anos depois, nós descendentes de Carl Glufke e o resto do mundo estamos vivenciando esta pandemia do COVID-19 (Coronavirus).
(Obs.: Meus agradecimentos a Liane e Irene Glufke pela sugestão deste post).
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
21 de setembro de 2019 - 11° Encontro da Família Glufke em GLUFKEDORF - Areia Branca dos Assis - Mandirituba/PR
Alguns meses antes, tivemos este vídeo promocinal distribuido a todos os familiares e que fez sucesso!
E no sábado, 21 de setembro de 2019, um agendado e esperado dia para que os descendentes de Alfred Glufke pudessem organizar este encontro, 73 familiares estiveram reunidos neste encontro que começou pra valer alguns dias antes, com a montagem das estruturas de taquaras e na colocação das lonas no dia 16, mas depois que as lonas estavam amarradas, começou a chover e só foi parar no domingo dia 22. Mas a chuva não atrapalhou a festa, muito pelo contrário, fez com que as pessoas ficassem reunidas, conversando e participando das brincadeiras.
Chefes pra ficar olhando sempre tem...
E mandaram o mais novo subir no telhado...mas também, se quebrasse alguma telha, a casa era dele...
E as camisetas começaram as serem distribuídas, para os 73 descendentes Glufkes que aqui estiveram.
Explicação da estampa:
- ARMADURA vem do Brasão da Família Glufke.
- FLOR DE CAMOMILA representa o município de Mandirituba (onde Glufkedorf fica), que é o maior produtor da flor do país.
- ABELHA representa uma espécie de abelha sem ferrão chamada MANDURI que junto com TUBA (do tupi tyba), dá origem ao nome do município de Mandirituba, cujo significado é "muitas abelhas".
Na chegada, após registro no Livro de Presença, cada participante recebia seu crachá, afinal nem sempre a gente lembra o nome do parente que se encontram de 2 em 2 anos...
Tudo pronto
A Comissão do 11° Encontro: Carlos, Elfrena, Matheus, Karin, Alaxandre, Susane, Helena, Bárbara, Douglas, Ruben, Renate, Valdirene, Cenira, Gunar e mais a Mariane e Igor que ajudaram on line (tempos modernos!).
A Capunga dos Glufkes construída especialmente para este evento fez muito sucesso, pois até fila teve...
Os músicos Fábio e Gildinho animando a festa!
Jorge Kértész recebeu um brinde por ter sido o primeiro a se inscrever.
Apesar dos assadores Cristiano, Nicola e Ricardo ficarem conversando e tomando cerveja... as 6 pontas de costelas ficaram ótimas!
Comentário de um dos Glufkes foi este: "Foi a costela mais macia que eu já comi na minha vida. De verdade."
O Douglas preparando a máquina para o momento importante do encontro: registrar em foto a presença de muitos Glufkes!
Foto oficial do 11° Encontro Família Glufke!
Lista dos presentes no 11º Encontro
Lista dos presentes no 11º Encontro
Mais fotos e textos sempre poderão ser anexadas aqui, é só enviar que as alterações serão efetuadas.
Também foi definido o local e ano do próximo encontro. Será em Porto Alegre em 2021!
sexta-feira, 14 de junho de 2019
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
A história da maçã...
Nos encontros da Família sempre tem um painel com fotos de uma maçã sendo degustada, plantada e novamente colhida. Para efeito de registro, relato aqui o ocorrido.
Transcorria o ano de 2000 e Izabella Kertész, a Bella, neta de Karl e Elise já estava trabalhando na preparação do 2° Encontro da Família Glufke que seria realizado em Lajeado/RS nos dias 3 e 4 de novembro de 2001.
Transcorria o ano de 2000 e Izabella Kertész, a Bella, neta de Karl e Elise já estava trabalhando na preparação do 2° Encontro da Família Glufke que seria realizado em Lajeado/RS nos dias 3 e 4 de novembro de 2001.
Para completar o trabalho de pesquisa sobre a origem dos Glufke na Polônia e Alemanha, Bella viajou a Europa. Lá encontrou-se com Marisa Glufke Chiappina, bisneta de Karl e Elise, que mora a muitos anos na Alemanha e juntas foram a Qualwitz - Polônia para procurar a rua ou até mesmo a casa onde viveu Karl.
Em Qualwitz a Bella teve a idéia de comprar uma maçã, trouxe-a para Porto Alegre e as legendas das fotos a seguir contam a história...
Na foto:
Izabella Kertész (Bella), neta de Karl e Elise, Eunice Miranda Kertész, esposa de Jorge Kertész, neto de Karl e Elise, Hedwig ( Hedy) Glufke Kertész, filha de Karl e Elise e Helena Elisa Stürmer, bisneta de Karl e Elise
Izabella Kertész (Bella), neta de Karl e Elise, Eunice Miranda Kertész, esposa de Jorge Kertész, neto de Karl e Elise, Hedwig ( Hedy) Glufke Kertész, filha de Karl e Elise e Helena Elisa Stürmer, bisneta de Karl e Elise
"Repartindo a maçã trazida de Qualwitz - Polônia, localidade onde Opa Erns Karl Glufke cresceu. É um ato simbólico, mas com significado que merece registro." Bella
20 de outubro de 2000
Nesta foto também está o Leandro Kertész, bisneto de Karl e Elise
Nesta foto também está o Leandro Kertész, bisneto de Karl e Elise
Plantando a muda da macieira (em Areia Branca dos Assis-Mandirituba, PR, chácara depois denominada Glufkedorf) da maçã trazida de Qualwitz - Polônia, localidade onde Opa Ernst Karl Glufke cresceu. Três gerações Glufke: Herta Alice Glufke Paploski (neta), Helena Elisa Stürmer (bisneta) e Igor Adolfo Dexheimer Paploski (trineto).
25 de julho de 2001
Treze anos depois, a macieira produzindo.
Março de 2013
Trineta de Ernst Karl Glufke, Cristiane Andréa Stürmer Wielewski, colhendo os frutos de uma linda história.
Março de 2013
terça-feira, 13 de outubro de 2015
10° Encontro da Família Glufke em Praia de Canasvieiras - Florianópolis/SC - 04 de novembro de 2017
Nosso 10° Encontro da Família Glufke foi realizado no sábado, dia 4 de novembro e para este evento foi reservado o salão de café do Hotel Internacional Canasvieras, na Praia de Canasvieras, Florianópolis.
Estiveram presentes 71 membros da Família Glufke e na coordenação do evento tivemos a Carmem, Ibi, Luiz, Sonia, Patrícia, Waldir, (??).
Estiveram presentes 71 membros da Família Glufke e na coordenação do evento tivemos a Carmem, Ibi, Luiz, Sonia, Patrícia, Waldir, (??).
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